terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Orvalho.


Uma gota de orvalho cai em meu jardim;
O luar faz desta gota um pingo de ouro branco;
E meus olhos se enchem;
Faz meu coração trasbordar;
Aprecia como é gratificante este amanhecer;
O ardor na pele feito por este sol negro;
E o sol só ficou escuro por que colocaram meus sentimentos no fosso;
A solidão não me dói mais;
Desgosto e desfeitas são o que esmagam minha mente;
Como é fácil para eles jogarem fora todo teu afeto;
Mas isto é normal numa era onde o amor é reciclável;
Onde a amizade e artigo de luxo;
Viver e sobreviver estão em uma párea nesta corrida desleal;
Ficando assim ilusório os momentos felizes;
A plenitude espiritual é quase magnífica;
Estando sempre do seu lado sem chamar atenção;
Mas quando estiver disposto a achar note com cuidado;
Aquela gota de orvalho;
O raio que rasga o céu e a terra;
O feixe de sol, pois neles estão os mistérios da tua vida.

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