terça-feira, 19 de junho de 2012

Acredito!

Ainda acredito no amor;
Apesar de já não mais saber o que deve ser Amado;
Nem como;
Nem quando;
Nem sei se todos tem um coração;
Não falo do corpo;
Falo do coração da alma;
Aquele que te faz ter devaneios;
Fazer loucuras;
Sonhar acordado;
No dia a dia;
Aquele que faz de todo o homem um poeta;
De todo o poeta uma criança;
De toda a criança um heroi;
Talvez não exista mais;
Acho que ao longo dos tempos nos brincamos de mais;
Com o dito sentimento das pessoas;
E agora, quando mais precisamos ele se foi;
Por medo de adquirir novas cicatrizes;
Agora o coração não passa de uma bola fechada;
Provável que jamais se abra novamente.

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